– Faaala Viajantes! Hoje o dia começou diferente, mais lento e com menos urgência, como se o próprio tempo tivesse decidido caminhar em outro ritmo. Em meio a esse cenário, percebo que desacelerar deixou de ser apenas uma necessidade emocional e passou a se tornar, naturalmente, uma pauta recorrente. Afinal, quando o mundo externo silencia, o interno começa a falar mais alto.
Ao longo do dia, entre leituras, anotações soltas e algumas pausas para observar o céu pela janela, fui entendendo que esse tempo estendido também ensina. Ensina a ouvir melhor, a respeitar limites e a aceitar que nem tudo precisa ser produtivo o tempo todo. Para quem sempre viveu em movimento, como eu, esse aprendizado não vem sem resistência, mas chega carregado de sentido.
Além disso, esse silêncio forçado revela camadas do cotidiano que antes passavam despercebidas. Pequenos rituais ganham importância, assim como reflexões que, em tempos normais, seriam facilmente ignoradas. Tudo isso vira matéria-prima para novos textos, porque escrever agora é também uma forma de organizar pensamentos e transformar inquietações em narrativa.
Durante a tarde, revisito ideias antigas e percebo que muitos projetos que estavam engavetados talvez só precisassem desse tempo mais calmo para amadurecer. A ausência de pressa cria espaço para a criatividade respirar, e isso me faz repensar não só o que escrevo, mas como escrevo e para quem escrevo.
💬#RôProMundo – Encerrando o dia, fica claro que desacelerar não significa parar, mas mudar o jeito de seguir. Mesmo longe das estradas, sigo viajando por dentro, entendendo que esse período também faz parte da jornada e, certamente, vai deixar marcas profundas na forma como conto histórias daqui pra frente.
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