– Faaala Viajantes! Hoje percebo que, mesmo com o mundo em suspensão, estou em constante preparação para o que vem depois. O lockdown não é apenas uma pausa forçada, mas um território de aprendizado intenso, no qual ensino arte pela internet enquanto reflito sobre meu lugar como travel writer em um cenário de turismo paralisado, porém cheio de possibilidades latentes.
Ao longo do dia, entendo que ensinar arte neste momento exige mais do que técnica, porque envolve escuta, acolhimento e adaptação constante. Cada aula online se transforma em um laboratório de sensibilidade, no qual tanto eu quanto os alunos aprendemos a lidar com limites, expectativas e novas formas de expressão, enquanto o digital deixa de ser obstáculo e passa a ser ferramenta criativa.
Entre uma aula e outra, sigo escrevendo e planejando conteúdos que ainda não sei quando serão publicados, mas que já nascem com um olhar mais estratégico e consciente. O turismo que quero narrar no futuro será mais humano, mais atento às culturas locais e mais alinhado com sustentabilidade, e essa clareza começa a se desenhar justamente agora, no silêncio das ruas e na pausa dos deslocamentos.
Durante a tarde, revisito metas antigas e percebo como elas estão sendo ressignificadas. O que antes parecia urgente hoje se torna essencial apenas se fizer sentido, e isso reflete diretamente na forma como organizo minha rotina, escolho pautas e penso minha carreira de forma integrada entre arte, educação, comunicação e viagem.
A💬#RôProMundo – Ao encerrar o dia, sinto que estou sendo preparada por este momento, mesmo sem saber exatamente para onde ele me levará. Sigo aprendendo, ensinando e escrevendo, consciente de que o futuro do turismo, da arte e da criação passa, inevitavelmente, por tudo o que estou vivendo agora.
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