– Faaala Viajantes! Hoje o silêncio se impõe de uma forma quase desconfortável, mas percebo que ele também se torna matéria-prima para minha escrita. As ruas vazias, a ausência de trânsito e a pausa coletiva criam um espaço raro de escuta, no qual minhas ideias ganham mais nitidez.
Pela manhã, escrevo mais devagar, porque cada frase parece carregar mais peso e mais intenção, falar sobre turismo nesse contexto exige cuidado, empatia e uma compreensão profunda de que o mundo está atravessando um luto coletivo, ainda que silencioso e muitas vezes invisível.
À tarde, observo como esse silêncio externo reflete internamente, fazendo com que eu questione o papel do turismo, da arte e da comunicação daqui para frente. Não se trata apenas de voltar a viajar, mas de repensar como contamos histórias e quais histórias merecem ser contadas.
💬#RôProMundo – Esse processo me aproxima de uma escrita mais sensível e menos imediatista, na qual cada palavra precisa fazer sentido e sinto que estou amadurecendo como narradora, justamente porque sou obrigada a desacelerar, mas ao finalizar o dia, entendo que o silêncio não é ausência, mas presença de algo novo que está sendo gestado, inclusive dentro de mim.
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